Adriano DiSidney

Professor de Canto

Adriano DiSidney iniciou sua carreira profissional como ator e cantor crossover (cantando como barítono lírico, em óperas, e como baritenor, em musicais) em 1994.

Apresentou-se com diversos grupos vocais, madrigais e coros de ópera – trabalhando também como preparador vocal e maestro assistente - em turnês pelos Estados Unidos (Nova York, Atlanta, Indianápolis), América do Sul (Argentina, Uruguai e Paraguai, além de algumas cidades e capitais brasileiras) e Europa (Viena na Áustria, Budapeste na Hungria, Praga na República Tcheca).

Constam de seu repertório lírico "A Cantata do Café" (Bach), "A Flauta Mágica", "Don Giovanni" e "Requiem" (Mozart), "La Bohème", "Madama Butterfly" e "Gianni Schicchi" (Puccini), a premiére mundial da ópera "A Carta" (Elomar Figueira de Mello),  "Sansão e Dalila" (Saint-Saens), "Le Troyens" (Berlioz) e "La Vie Parisienne" (Offenbach), entre outros.

 Protagonizou os musicais "Jesus Christ Superstar" (Webber) como Pilatos, "Les Miséràbles" (Schönberg) como M. Thenardier, "Avenida Q" (Lopez) como Gary Coleman, além de inúmeros shows e concertos.

 Em 2005 iniciou sua carreira internacional nos Estados Unidos, onde cantou "Birthday Ode for Queen Mary" (H. Purcell), "The Beggar’s Opera" (J. Gay), "The Pirates of Penzance" (G. Sullivan), "West Side Story" – excertos (Bernstein) e "La Cenerentola" (Rossini).

 Atua também como professor/coaching vocal e diretor musical, assinando espetáculos como "Quem inventou o Amor foi Roberto Carlos", "TeenBroadway 2010", e "Avenida Q" – temporadas 2013 e 2010.

​Estreou na Televisão em 2011, fazendo uma participação especial na novela "Amor e Revolução", do SBT,  sob a direção de Reynaldo Boury, interpretando o Minhoca.

 Com mestrado em Música - performance vocal, e sob orientação do amigo e maestro Marconi Araújo,  Adriano segue cantando profissionalmente no Brasil e nos Estados Unidos.

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